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LINGUAGENS EMOCIONAIS DO AMOR PRIMEIRA PARTE

LINGUAGENS EMOCIONAIS DO AMOR

* I Co 13.13 - 13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.

* Jo 13.35 - 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

Uma pesquisa realizada nos EUA revelou que:

* A maioria dos problemas conjugais não tem a ver...
• Com a falta de amor.
• Mas, com a falta de romantismo.

* Eu penso que romantismo tem a ver com:
• Amor prático.

* Romantismo é:
• Uma expressão objetiva do amor.
• É o amor externado em atitudes.

* Mas, quando falo dessa expressão romântica:

• Estou indo além do velho paradigma...
* De dar um bouquet de Rosas...
* De abrir a porta do carro...
* Ou de colocar o paletó sobre uma poça de lama.

* O amor prático tem a ver com:
• Personalizar o romantismo.
• Personificar as ações românticas.
• Direcionar as práticas românticas.
• Para então, por fim...

* Conseguir tocar o coração do objeto do romantismo.
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O CORDÃO DE TRÊS DOBRAS

Bíblia diz em Eclesiastes 4.9-12 que “melhor é serem dois do que um”, mas termina falando sobre o cordão de três dobras e revelando que é melhor serem três do que dois. Fica implícito que a conta de uma terceira dobra no cordão está mostrando que o “time” aumentou.
“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Eclesiastes 4.12)
Salomão afirma que se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. Isto mostra que um cordão dobrado oferece maior resistência. Porém, ao acrescentar-se uma terceira dobra, ele fica ainda mais resistente! Se há benefícios em ser dois, há muito mais em ser três!
Como já afirmamos, Salomão não fez esta afirmação direcionada exclusivamente ao casamento; ele fala de relacionamento de um modo geral. E, em qualquer relacionamento, a terceira dobra poderia ser mais uma pessoa. Porém, quando examinamos a revelação bíblica acerca do casamento, descobrimos que, no modelo divino, deve sempre haver a participação de uma terceira parte. E isto não fala da presença de algum filho e nem tampouco de um (abominável) triângulo amoroso! Fala da participação do Senhor no casamento.
A presença de Deus é a terceira dobra e deve ser cultivada na vida do casal. Adão e Eva não ficaram sozinhos no Éden, Deus estava diariamente com eles e, da mesma forma como idealizou com o primeiro casal, Ele quer participar do nosso casamento também!
Vemos esta questão do envolvimento de Deus na união matrimonial sob três diferentes perspectivas:
1. Deus como parte do compromisso do casal;
2. Deus como fonte de intervenção na vida do casal;
3. Deus como modelo e referência para o casal.
UMA DUPLA ALIANÇA
Como já afirmamos no primeiro capítulo, o casamento é uma aliança que os cônjuges firmam entre si e também com Deus. O Senhor, através do profeta Malaquias, referiu-se ao casamento como sendo uma aliança entre o homem e a sua mulher:
“Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança”. (Malaquias 2.14)
A esposa foi chamada por Deus como “a mulher da tua aliança”, o que deixa claro qual é o enfoque bíblico do casamento. Esta aliança matrimonial não é apenas uma aliança dos cônjuges entre si, mas do casal com Deus. O matrimônio, portanto, é uma dupla aliança. Malaquias diz que Deus se faz presente testemunhando a aliança do casal. O mesmo conceito também nos é apresentado no livro de Provérbios:
“Para te livrar da mulher adúltera, da estrangeira, que lisonjeia com palavras, a qual deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus”. (Provérbios 2.16,17)
Novamente as Escrituras condenam o abandono ao cônjuge, pois neste texto, assim como em Malaquias, a infidelidade é abordada. Nesta situação, é a mulher quem foi infiel ao amigo de sua mocidade e é chamada de alguém que se esqueceu da aliança do seu Deus. A palavra “aliança”, neste versículo de Provérbios, fala não apenas da aliança entre os cônjuges, mas da aliança deles com Deus. Fala da obediência que alguém deve prestar à Lei do Senhor e também se refere ao matrimônio como uma aliança da qual Deus quer participar.
No Antigo Testamento vemos Deus, por intermédio de Moisés, seu servo, entregando a Israel dez mandamentos que se destacavam de todos os demais. Eles foram chamados de “as palavras da aliança”:
“E, ali, esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras”. (Êxodo 34.28)
Um destes mandamentos mostra que preservar o casamento não é apenas uma obrigação da aliança contraída entre os cônjuges; é parte da aliança firmada com o próprio Deus: “Não adulterarás” (Êx 20.14). As ordenanças do Senhor foram escritas (incluindo a ordem de não adulterar) e o livro onde foram registradas passou a ser chamado de “o livro da aliança”:
“Moisés escreveu todas as palavras do Senhor… E tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o Senhor faremos e obedeceremos. Então, tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco a respeito de todas estas palavras.” (Êxodo 24.4a,7,8)
Portanto, o casamento é uma dupla aliança; é uma aliança dos cônjuges entre si, mas também é uma aliança de ambos com Deus. Logo, o Senhor está presente na aliança, no compromisso do casamento. Esta é uma das formas em que Deus pode ser a terceira dobra no relacionamento conjugal.
EDIFICAR COM A BÊNÇÃO DE DEUS
Outra forma como Deus pode e quer participar no casamento é podendo intervir, agir em nossas vidas e relacionamento conjugal. Não temos a capacidade de fazer este relacionamento funcionar somente por nós mesmos; aliás, temos que admitir nossa dependência de Deus para tudo, pois o Senhor Jesus Cristo mesmo declarou: “sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). A Palavra de Deus nos ensina que precisamos aprender a edificar com a bênção de Deus, e não apenas com nossa própria força e capacidade:
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmo 127.1)
“Edificar a casa” é uma linguagem bíblica para a construção do lar, não do prédio em que se mora. Provérbios 14.1 declara que “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba”. Isto não quer dizer que temos uma mulher “pedreira” e outra “demolidora”, pois o texto fala do ambiente do lar e não de um edifício físico.
Há ingredientes importantes para edificação da casa (Pv 24.3), mas o essencial é cultivar diária e permanentemente a presença de Deus.
PARECIDOS COM DEUS
Uma outra maneira como Deus se torna parte em nosso casamento é como modelo e referência para nossas vidas. O Senhor é o padrão no qual devemos nos espelhar!
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados.” (Efésios 5.1)
O Novo Testamento revela com clareza que o plano divino para cada um de nós é conformar-mo-nos com a imagem do Senhor Jesus Cristo:
“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8.29)
As Escrituras declaram que fomos “predestinados” (destinados de ante-mão) para sermos conformes à imagem de Jesus! Cristo é nosso referencial de conduta; o apóstolo João declara que “aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou” (1 Jo 2.6). O apóstolo Pedro afirmou que devemos seguir os Seus passos, o que significa: caminhar como Ele caminhou (1 Pe 2.21). A transformação que experimentamos na vida cristã é progressiva (a Bíbia chama “de glória em glória) e tem endereço certo: tornar-nos semelhantes a Jesus (2 Co 3.18).
O Senhor Jesus atribuiu ao “coração duro” o grande motivo da falência do matrimônio (Mt 19.8). As promessas de Deus ao Seu povo no Antigo Testamento eram de um transplante de coração (Ez 36.26); o Senhor disse que trocaria o coração de pedra (duro, da natureza humana decaída) por um coração de carne (maleável, com a natureza divina). A nova natureza deve afetar nosso casamento. Se Deus passar a ser o modelo ao qual os cônjuges buscam se conformar, certamente se aproximarão um do outro e viverão muito melhor!
Pense em dois cônjuges cristãos manifestando as nove características do fruto do Espírito (Gl 5.22,23): “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”. Se manifestarmos a natureza de Deus, andaremos na plenitude do propósito divino para os relacionamentos.
Cresci ouvindo meu pai dizer (e aplicar em relação ao casamento) o seguinte: “Quando duas coisas se parecem com uma terceira, forçosamente serão iguais entre si”. Ele dizia que se o marido e a mulher vão se tornando parecidos com Deus, então eles ficam mais parecidos um com o outro. No ano de 1995, quando eu era ainda récem-casado, eu vi num curso do “Casados Para Sempre”, ministrado pelo Jessé e Sueli Oliveira (hoje presidentes nacionais do MMI – Marriage Ministries Internacional), uma ilustração interessante: um triângulo que tinha na ponta de cima palavra “Deus” e nas duas de baixo as palavras “marido” e “esposa”. Nesta ilustração eles nos mostraram que quanto mais o marido e a esposa subiam em direção a Deus, mais próximos ficavam um do outro. Nunca mais eu a Kelly esquecemos este exemplo.
Quero falar de apenas três (entre muitos) valores que encontramos na pessoa de Deus e que deveríamos reproduzir em nossas vidas. Certamente muitos casamentos podem ser salvos somente por praticar estes princípios: amar, ceder e perdoar.
Amar
Se Deus será parte de nosso casamento como modelo e referência, então temos que aprender a andar em amor, uma vez que as Escrituras nos revelam que Deus é amor (1 Jo 4.8). A revelação bíblica de que Deus é amor não foi dada apenas para que saibamos quem Deus é, mas para que nos tornemos imitadores d’Ele:
“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.” (Efésios 5.1,2)
Há diferentes palavras usadas no original grego (língua em que foram escritos os manuscritos do Novo Testamento) para amor: “eros” (que retrata o amor de expressão física, sexual), “storge” (que fala de amor familiar), “fileo” (que aponta para o amor de irmão e/ou amigo), e “ágape” (que enfoca o amor sacrificial). Quando a Bíblia fala do amor de Deus, usa a palavra “ágape”; este é o amor que devemos manifestar! Ao escrever aos coríntios, o apóstolo Paulo ensina como é a expressão deste amor:
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13.4-7)
Se imitarmos a Deus e manifestarmos este tipo de amor, as coisas certamente serão bem diferentes em nosso matrimônio!
Ceder
A grande maioria das brigas e discussões gira em torno de quem está certo, de quem tem a razão. Muitas vezes, não vale à pena ter a razão; há momentos em que a melhor coisa é ceder, quer isto seja agradável, quer não! Observe o que Jesus Cristo nos ensinou a fazer:
“Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.” (Mateus 5.39-41)
Se seguirmos a Deus, como nosso modelo e referencial, e aos seus princípios, o casamento tem tudo para funcionar. O matrimônio não é um desafio por causa da pessoa com quem convivemos, e sim porque este convívio suscita nossa carnalidade e egoísmo e mostra quem nós somos! A dificuldade não está no cônjuge e sim em nossa inaptidão em ceder. Se amadurecermos nesta área, nossa vida conjugal definitivamente colherá os frutos.
Perdoar
Se imitarmos nosso modelo e referencial, que é Deus, e perdoarmos como Ele perdoa – como um ato de misericórdia e não de merecimento, incondicional e sacrificialmente – levaremos nosso relacionamento a um profundo nível de cura, restauração e intervenção divina. A instrução bíblica é muito clara em relação a isto:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efésios 4.32)
Concluindo, sem Deus (presente, intervindo e como nosso referencial) no casamento será impossível viver a plenitude do propósito divino para o matrimônio. Mesmo um casal que nunca se divorcie, viverá toda sua vida conjugal aquém do plano de Deus; por melhor que pareça sua relação matrimonial aos olhos humanos, ainda estará distante do que poderia e deveria viver.
Por Luciano Subirá
Fonte: Orvalho

CAMINHANDO EM UNIDADE


Caminhando em Unidade

“Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz.” Efésios 4:3

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” I Coríntios 1:10

Unidade é um dos assuntos mais importantes da Escritura. Muito se tem falado sobre unidade nestes dias nas nossas igrejas, e isso é de grande importância. Fomos chamados para nos esforçar diligentemente para preservar esta unidade. Trata-se de um assunto de extrema importância para cada um de nós. Todos podem desfrutar das bênçãos provenientes dos princípios de Deus sobre a unidade.


O POVO É UM... É APENAS O COMEÇO

Para começar, vamos observar o primeiro ensino bíblico sobre unidade na Bíblia. Está em Gênesis 11:1-9, que trata da torre de Babel; principalmente o versículo 6, onde Deus se manifesta fazendo uma declaração espantosa.

“E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.”

Para maior compreensão do texto vamos dividir este versículo da seguinte forma:
A) E o Senhor disse:... – Trata-se do próprio Deus falando à respeito daquele povo e declarando o que Ele estava vendo até aquele momento.
B) Eis que o povo é um... – Deus deixa claro e não faz rodeios, o povo estava unido em um só propósito, eram um definitivamente.
C) ...e todos têm a mesma linguagem... – Falavam a mesma língua, não havia confusão entre eles, comunicação não era problema para eles.
D) Isto é apenas o começo;... – O fato de serem um, e de falarem a mesma língua, explicava o motivo daquela grande construção. Mas, como o próprio Deus disse, era apenas o começo.
E)...agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. – Percebe-se que Deus estava olhando além daquela Torre; porque eram um não haveria mais restrições ou impedimentos para o que intentavam fazer.

Esta unidade é a esperada em nossas células e em nossa rede. Que Deus possa dizer a nosso respeito:
“Eis que a célula (rede) é uma, e eles falam a mesma língua, de agora em diante não haverá mais restrições para tudo que intentam fazer.” Aleluia!!!


UNIDADE TRAZ BENÇÃO E VIDA

Todos os princípios que Deus estabelece é para o nosso bem e nunca para o nosso mal. Os princípios de Deus não são para tolher nossa liberdade, nem muito menos é para impedir que nossas melhores intenções sigam em frente, mas servem para nos guardar de tropeços e enganos. Na verdade Ele não quer que “quebremos a cara”, por isso estabelece princípios para que não nos desviemos de Sua vontade. Mais ainda, em todos os seus princípios há uma benção reservada aqueles que obedecem.
Existem princípios que regem a unidade, assim também há uma benção sobre aqueles que decidem viver desta forma. Vamos observar o que diz a Escritura em Salmo 133.

“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre.”

Onde há unidade, há benção e vida da parte de Deus para sempre. Esta é a Palavra de Deus sobre aqueles que romperam com o individualismo, e com a vida independente de comunidade.


Dr. Fatima Fontes: Psicóloga - Psicodramatista - Terapeuta Familiar

Dr. Fatima Fontes: Psicóloga - Psicodramatista - Terapeuta Familiar
INTRODUÇÃO
·Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua famllia. Por meio da fé ele condenou o mundo e omou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé. n (Hebreus 11: 7 - Nova ersão i e a'o ai)
1. OS PAIS E SUA MISSÃO
• De mestres (Deuteronômio 11: 18 e 19)
• De educadores (Provérbios 22: 28)
• De cuidadores (Mateus 6: 25; 26; 28 e 30; 7:9-12)
• De seres amorosos (Mateus 3: 17)
2. OS FILHOS E SUAS NECESSIDADES (I Cor 13: 11)
• Como filhos pequenos
• Como filhos adolescentes
• Como filhos adultos
3. QUANDO SURGEM OS CONFLlTOS TEMPESTADES DA PARTE DOS PAIS?
• Quando nos "culpamos" por limitarmos
• Quando nos "ausentamos"
• Quando nos tornamos "tiranos"
• Quando queremos "garantia" por tempo de serviço (Aposentadoria dos pais)
4. QUANDO SURGEM CONFLlTOS TEMPESTADES DA PARTE DOS FILHOS?
• Quando não se aceita a autoridade dos pais
• Quando se confunde liberdade com "libertinagem"
• Quando se confunde amizade com "desrespeito"
• Quando não se "compartilham" as responsabilidades do lar
5. IDENTIFICANDO OS CONFLlTOSffEMPESTADES IRMÃOS x IRMÃOS.
• A luta "eterna" pelo lugar do outro. (Gênesis 25: 21; 22 e 23)
• "O amigo mais chegado que um irmão" (Provérbios 18: 24b)
• Quando os pais se dividem no amor aos filhos. (Gêneses 25: 28)
6. O PAPEL DOS PAIS FRENTE A ESSES CONFLlTOS TEMPESTADES
• Identificar-se com um filho: diferente de preterir o outro
• Respeitando as diferenças individuais
• Quando os filhos são "usados" nos conflitos do casal
• Pais e juízes - combinação infeliz

Desabafo de um bom marido

Luís Fernando Veríssimo


Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica.
Então ela disse: 'Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'.
Daí comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro nome dela era 'Sempre'.
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha.
Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'.
No começo Deus criou o mundo e descansou.
Então, Ele criou o homem e descansou.
Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.
Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.
Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dente e lhe entreguei.
'- Quando você terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a calçada.'
Depois disso não me lembro de mais nada.. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.
'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido...

Os pais que levam o filho à igreja, não vão buscá-lo na cadeia

Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba,
em Curitiba, 23/07/08.


1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar umdelinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a ideia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo'para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.
Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."

A escravidão do segredo

Gn. 2:25

Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam.

Poucas coisas na vida

são tão destrutivas e escravizantes

quanto carregar um segredo.

No princípio o homem e a mulher

podiam estar juntos completamente nus.

Isto significa que não tinham nada para ocultar um ao outro.


As pessoas que guardam segredos

vivem apavoradas ante a perspectiva da revelação.

Carregam um peso que suga as suas energias

e os faz caminhar cansados.

Um segredo não é necessariamente

um pecado que cometemos,



 mas pode ser :



uma fraqueza, um fracasso, um complexo,

um medo ou até algo que fizeram conosco.

Seja de que tipo for eles nos escravizam.



1. Porque guardamos segredos



a. Temos medo da rejeição

Se as pessoas soubessem daquilo que fiz

elas nunca mais me aceitariam

minha reputação estará destruída

minhas amizades perdidas.



b. Medo de perdas

Tememos perder o emprego,

a esposa, familia

o cargo na igreja

muitas outras coisas.



2. As conseqüências dos segredos



a. Segredos produzem isolamento

A primeira conseqüência do segredo é o isolamento.

Isto acontece por dois motivos:

 primeiro

porque nos sentimos em débito com as pessoas

indignos de estar naquele grupo,

 segundo

porque tememos tanto sermos descobertos

fugimos de situações ou pessoas que nos ameacem.

EX: testemunho

Antes de me casar eu tive um problema que levou todo o meu tórax e pernas ficarem manchados.

Eu me achava repulsivo e tentei de todas as formas ocultar das pessoas, mas principalmente de minha namorada que hoje é minha esposa. Jamais tomava banho em grupo nos retiros e jamais ia a piscinas.

Era o meu segredo.

O mais interessante era que eu mantinha o segredo para não ser rejeitado e ficar sozinho,

mas por causa do segredo era justamente o que eu fazia,

procurava ficar sozinho.

A tarefa de manter o meu segredo era mais importante para mim que o laser ou as atividades sociais.

Eu nunca relaxava o suficiente para me comportar com despreocupação e naturalidade.

É assim que o segredo nos escraviza,

tira a nossa naturalidade, nossa comunhão e até o nosso prazer de viver.



b. Segredos tiram a coragem diante da vida



Os segredos nos fazem retroceder em vez de avançarmos.

Olhamos o mundo como uma grande ameaça

e não como um lugar para se explorar e desfrutar.

Fugimos de situações diferentes e experiências novas.



c. Segredos nos fazem buscar constantemente reparação

Quando sentimos que o nosso segredo

de alguma maneira é um tipo de traição

naturalmente procuramos fazer reparações ou compensações.



 Você já viu pessoas que suportam coisas que parecem absurdas? Muitas fazem isso como meio de reparação

por causa de algo que estão em débito ainda que em segredo.



d. Segredos nos deixam em dívida com outros

Certa vez uma irmã se engravidou de um homem casado,

com medo das conseqüências

começou a namorar rapidamente com outro rapaz e

mentiu para ele que o filho era dele.

Os dois vieram a se casar

e o rapaz se revelou um marido muito ruim,

mas ela suportou todas as coisas terríveis

que ele lhe fazia porque ela tinha um segredo

e ela sentia que aquilo era a sua punição.



A mesma coisa aconteceu no caso dos irmãos de José

Gn 42

21 ¶ Então, disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos; por isso, nos vem esta ansiedade.

22 Respondeu-lhes Rúben: Não vos disse eu: Não pequeis contra o jovem? E não me quisestes ouvir. Pois vedes aí que se requer de nós o seu sangue.



Por muitos anos guardaram o segredo,

mas o segredo os perseguia e escravizava.

Segredo nos deixam em divida com outras pessoas













3. A liberdade da vida na luz



Somente podemos ter comunhão se andarmos na luz.

Quando andamos na luz, somos restaurados àquela posição de Adão e Eva antes do pecado quando podiam estar nus e não se envergonhavam.



Se, porém, andarmos na luz... mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. I Jo. 1:7

Invariavelmente quando não andamos na luz

cairemos num caminho de trevas e teremos conseqüências.

Quando não temos luz sempre:



 Sentimos medo porque o medo acompanha as trevas.

 Tropeçamos porque não vemos onde caminhamos.

 Há confusão e falta de direção.

 Ficamos desconfiados



Tudo isto

porque em algum ponto deixamos de andar na luz

E nos cobrimos com algum tipo de segredo.

Segredo escraviza ,prende



Provérbios 8:36

Mas o que peca contra mim violenta a própria alma. Todos os que me aborrecem amam a morte.



O pecado sexual

Funciona nas três dimensões

Corpo – recebe no próprio corpo - Doenças venéreas , AIDS, Ossos, gravidez

Salmos 32:3

Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.



Alma - você pecou contra seu dono (propósito de Deus)



Espírito – confessa e arrepende Deus Perdoa



CONCLUSÃO



É hora de você jogar fora

Toda lembrança

Olha o que diz a Bíblia

Você crê que a bíblia é a palavra de Deus





Isaías 53:5

Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Ele tomou seu lugar no castigo

Pra que ficar preso

Com a porta do cativeiro estourada



 Provérbios 16:6

Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal.



Jesus já teve misericórdia a mais de 2000 anos atrás. Já é um fato



O que temos que fazer então ?



 Provérbios 28:13

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.

O pecado tem o poder de roubar a benção



O pecado



No mínimo tem dois aspectos :

Confessar para Deus  é perdoado

 1 João 1

9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

Confessar uns aos outros  curado do Fardo da Culpa

 Tiago 5:16

Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.
DESABAFO DE UM BOM MARIDO
Luís Fernando Veríssimo
Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica.
Então ela disse: 'Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'.
Daí comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro nome dela era 'Sempre'.
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha.
Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'.
No começo Deus criou o mundo e descansou.
Então, Ele criou o homem e descansou.
Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.
Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.
Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dente e lhe entreguei.
'- Quando você terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a calçada.'
Depois disso não me lembro de mais nada.. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.
'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido...

A Raiz do mau humor

Nosso mau humor às vezes também é chamado de nervosismo, impaciência, raiva e temperamento colérico e explosivo. Muitas vezes mudamos o nome a fim de tentar amenizar problema.
O fato, porém, é que o mau humor não deve fazer parte da vida de um crente cheio do Espírito.
Jesus mandou que seus discípulos amassem uns aos outros. Jo 15.12. Uma expressão do amor é suportar tudo. Sem esmorecer. I Co. 13:7.
O Senhor também disse que os mansos são bem aventurados e Ele próprio era manso e humilde de coração. Mt. 11.29. Paulo disse que o crente deve alegrar em todo o tempo. Nada deveria roubar-nos a paz. (Ts 5:16).
Amor, mansidão, alegria e paz são expressões da vida cristã. É evidente que o mau humor é incompatível com esta expressão.

A raiz do Mau Humor – O ego

O mau humor não é a doença, ele é apenas um sintoma. Pneumonia, por exemplo, é uma doença, mas a febre é um sintoma. Tratar apenas da febre é inútil porque ela voltará enquanto a pneumonia estiver presente.
Naturalmente o sintoma deve ser tratado, mas o alvo principal deve ser a doença. Se a doença é eliminada os sintomas desaparecerão naturalmente.
Se o mau humor é apenas um sintoma, então qual é a doença? A verdadeira origem do problema é o Ego.
Sempre que o Ego, de alguma forma, é frustrado o resultado é a ira, nervosismo e mau humor.

Bases para salvarmos nossa familia Dr. Fátima Fontes

Dr. Fatima Fontes: Psicóloga - Psicodramatista - Terapeuta Familiar
INTRODUÇÃO
·Pela fé Noé, quando avisado a respeito de coisas que ainda não se viam, movido por santo temor, construiu uma arca para salvar sua famllia. Por meio da fé ele condenou o mundo e omou-se herdeiro da justiça que é segundo a fé. n (Hebreus 11: 7 - Nova ersão i e a'o ai)
1. OS PAIS E SUA MISSÃO
• De mestres (Deuteronômio 11: 18 e 19)
• De educadores (Provérbios 22: 28)
• De cuidadores (Mateus 6: 25; 26; 28 e 30; 7:9-12)
• De seres amorosos (Mateus 3: 17)
2. OS FILHOS E SUAS NECESSIDADES (I Cor 13: 11)
• Como filhos pequenos
• Como filhos adolescentes
• Como filhos adultos
3. QUANDO SURGEM OS CONFLlTOS TEMPESTADES DA PARTE DOS PAIS?
• Quando nos "culpamos" por limitarmos
• Quando nos "ausentamos"
• Quando nos tornamos "tiranos"
• Quando queremos "garantia" por tempo de serviço (Aposentadoria dos pais)
4. QUANDO SURGEM CONFLlTOS TEMPESTADES DA PARTE DOS FILHOS?
• Quando não se aceita a autoridade dos pais
• Quando se confunde liberdade com "libertinagem"
• Quando se confunde amizade com "desrespeito"
• Quando não se "compartilham" as responsabilidades do lar
5. IDENTIFICANDO OS CONFLlTOSffEMPESTADES IRMÃOS x IRMÃOS.
• A luta "eterna" pelo lugar do outro. (Gênesis 25: 21; 22 e 23)
• "O amigo mais chegado que um irmão" (Provérbios 18: 24b)
• Quando os pais se dividem no amor aos filhos. (Gêneses 25: 28)
6. O PAPEL DOS PAIS FRENTE A ESSES CONFLlTOS TEMPESTADES
• Identificar-se com um filho: diferente de preterir o outro
• Respeitando as diferenças individuais
• Quando os filhos são "usados" nos conflitos do casal
• Pais e juízes - combinação infeliz


Caminhando em Unidade

“Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz.” Efésios 4:3

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” I Coríntios 1:10

Unidade é um dos assuntos mais importantes da Escritura. Muito se tem falado sobre unidade nestes dias nas nossas igrejas, e isso é de grande importância. Fomos chamados para nos esforçar diligentemente para preservar esta unidade. Trata-se de um assunto de extrema importância para cada um de nós. Todos podem desfrutar das bênçãos provenientes dos princípios de Deus sobre a unidade.


O POVO É UM... É APENAS O COMEÇO

Para começar, vamos observar o primeiro ensino bíblico sobre unidade na Bíblia. Está em Gênesis 11:1-9, que trata da torre de Babel; principalmente o versículo 6, onde Deus se manifesta fazendo uma declaração espantosa.

“E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.”

Para maior compreensão do texto vamos dividir este versículo da seguinte forma:
A) E o Senhor disse:... – Trata-se do próprio Deus falando à respeito daquele povo e declarando o que Ele estava vendo até aquele momento.
B) Eis que o povo é um... – Deus deixa claro e não faz rodeios, o povo estava unido em um só propósito, eram um definitivamente.
C) ...e todos têm a mesma linguagem... – Falavam a mesma língua, não havia confusão entre eles, comunicação não era problema para eles.
D) Isto é apenas o começo;... – O fato de serem um, e de falarem a mesma língua, explicava o motivo daquela grande construção. Mas, como o próprio Deus disse, era apenas o começo.
E)...agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. – Percebe-se que Deus estava olhando além daquela Torre; porque eram um não haveria mais restrições ou impedimentos para o que intentavam fazer.

Esta unidade é a esperada em nossas células e em nossa rede. Que Deus possa dizer a nosso respeito:
“Eis que a célula (rede) é uma, e eles falam a mesma língua, de agora em diante não haverá mais restrições para tudo que intentam fazer.” Aleluia!!!


UNIDADE TRAZ BENÇÃO E VIDA

Todos os princípios que Deus estabelece é para o nosso bem e nunca para o nosso mal. Os princípios de Deus não são para tolher nossa liberdade, nem muito menos é para impedir que nossas melhores intenções sigam em frente, mas servem para nos guardar de tropeços e enganos. Na verdade Ele não quer que “quebremos a cara”, por isso estabelece princípios para que não nos desviemos de Sua vontade. Mais ainda, em todos os seus princípios há uma benção reservada aqueles que obedecem.
Existem princípios que regem a unidade, assim também há uma benção sobre aqueles que decidem viver desta forma. Vamos observar o que diz a Escritura em Salmo 133.

“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre.”

Onde há unidade, há benção e vida da parte de Deus para sempre. Esta é a Palavra de Deus sobre aqueles que romperam com o individualismo, e com a vida independente de comunidade.